sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Black Sabbath - 11-11-11 !!!
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Quer aprender a tocar algum instrumento? Dicas..!
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Boa música brasileira...
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Nova gravação!
Olá pessoal! Tudo bem?
Estou um pouco sumido daqui... meio sem tempo, sem inspiração pra escrever, talvez. Mas bom, cá estou novamente.
Resolvi compartilhar com vocês uma música nova que fiz essa última semana. Quem acompanha no facebook e twitter já deve ter ouvido hahaha Mas tô aqui pra falar um pouco do processo de criação e gravação da música, que foi um pouco diferente do que normalmente é comigo.
Fiz essa baladinha no tom de Em(Mi Menor) e o solo é praticamente todo baseado nessa mesma escala. Bom, foi a minha primeira criação "voluntária" hahahaha. As outras todas vieram do "além", ou seja, estava tocando e simplesmente as melodias surgiram e viraram músicas com um ajuste ou outro. Minhas músicas tem sempre um ar melancólico (talvez pelas minhas influências musicais mais fortes) mas, nessa última música eu queria fazer algo mais agitadinho, mais baladinha mesmo, algo que fosse mais feliz, "pra cima". O ritmo, as notas e intenções saíram daí. Segundo: anteriormente as minhas músicas (mais especificadamente os meus solos de violão e guitarra que compunham a linha musical inteira) eram feitos por meio de improvisos: eu criava uma base e em cima dela ia gravando vários solos improvisados. Dentro destes, pegava as frases que ficavam melhores e juntava em um único solo. Agora foi diferente... compus o solo de guitarra como se fosse uma letra de uma música cantada. Fiz frase por frase, combinação por combinação, uma por uma. O que, na minha opinião, proporcionou um solo mais definido, com maior confiança e com maior pegada, o que é uma coisa que eu me "auto-cobro" muito. E, por fim, fiz eu mesmo uma linha de bateria, baixo e piano, compondo toda a base. Antes me limitava à base com violões, uma coisa mais acústica.
Pra mim foi uma experiência diferente e que me rendeu muito aprendizado. Acho que é ótimo ver que se tem opções diferentes do que se está acostumado se tratando de criação e, dessa vez, eu realmente me senti um compositor. hahahahaha Dizem que compor por encomenda é uma das melhores coisas que se tem. Acho que eu mesmo fiz uma auto-encomenda e gostei muito do resultado. Não quero dizer que há um jeito certo ou melhor de se fazer uma música, pelo contrário, cada um que encontre o seu jeito "ótimo" (lembrei das aulas de física hahaha) de criação.
Pra finalizar, como sempre, gravei com meu violão Yamaha apx500, guitarra Crafter Convoy FM ligada à pedaleira V-amp2, piano no pianist (isso mesmo, aplicativo do Ipod hahahahahah), bateria feita no computador com o Addictive Drums e um baixo simples feito com o violão mesmo (quem não tem cão...) e usado plugins para equalização. Gravei tudo ligado em linha na placa de som M-Audio com o Nuendo4.
Então é isso! Espero que gostem do resultado final tanto quanto eu! Segue abaixo:
Ps: tive que abaixar um pouco o volume da versão inicial pra conseguir postar no SoundCloud. Se quiserem ouvir mais alto, também está upada no AcidPlanet. O link está aí à direita, na seção "Minhas Músicas".
Até logo...
domingo, 18 de setembro de 2011
Os 5 melhores solos de guitarra (minha opinião pessoal)
Revistas, sites, jornais... diversos veículos de comunicação sempre fazem suas listas e elegem os melhores solos de guitarra de todos os tempos de acordo com suas perspectivas, visões, gostos, etc. Hoje resolvi fazer a minha própria lista hahahaha Vou colocar aqui alguns dos solos mais incríveis que já ouvi, reouvi e ouvi novamente por achar simplesmente geniais!
Esses solos revelam bastante do meu estilo musical também. Vocês poderão perceber que não haverá nenhuma "fritação" ou coisa muito pesada. Não que sejam ruins. Apenas pelo motivo de não me agradarem. É uma lista pessoal, com a minha visão, a minha percepção e a minha opinião. Isso também não significa que ela seja a certa ou que seja a verdade absoluta. Repetindo, é só a minha opinião.
Hey ho, let's go!
Para começar, vamos de Pink Floyd - Comfortably Numb. PULSE 1994. Esse último solo do David Gilmour é simplesmente de arrepiar. O show inteiro é de arrepiar, mas nesse solo ele se superou, na minha opinião. Ele também foi escolhido o melhor solo de todos os tempos em 2007, pela revista britânica "Q".
Eric Clapton - I shot the sheriff no festival Crossroads em 2004. Esse não consegui achar só o solo. Se quiserem passar pros 5min do vídeo, é onde começa o solo. Mas vale a pena conferir a música inteira. Esse é um solo dos mais empolgantes que já ouvi. Mistura de um feeling inacreditável com técnica, swing. Bom demais!!!
Stevie Ray Vaughn - Little Wing. Esse não precisaria nem comentar! Timbrão "metálico" bem característico, pegada, vibratos de matar. Além de a música original já ser f***! O cara conseguiu fazer uma versão mais fenomenal ainda! Sou fã do Stevie Ray Vaughn e do Blues Texano que ele mandava. Uma pena que foi "embora" cedo, infelizmente.
Brett Garsed - Got the Horn. O que esse cara faz com o slide?!?!?! Alguém me explica, por favor? hahahaha Esse vídeo me fez comprar um slide só pra ver se um dia eu chego a 10% do que esse cara toca. Sem palavras!
David Gilmour - Marooned. E bom, eu não seria eu se não colocasse mais um do David Gilmour aqui hahahahahaha Eu já tocava violão há muito tempo mas, foi depois de ouvir David Gilmour que eu pensei a primeira vez: "Quero tocar guitarra! E quero tocar igual esse cara!" hahahaha E essa música é viajante. Curto demais, demais mesmo!
Enfim, é isso pessoal. Não foi tão fácil quanto pareceu escolher 5 solos como os melhores pra mim. Pensei em colocar "n" outros no lugar desses, o que não seria nenhuma injustiça. Mas são esses que realmente me fazem querer treinar mais guitarra, querer tocar pra chegar num nível que eu possa fazer algo ao menos parecido. São esses que mais me influenciaram na minha trajetória de guitarrista (amador). Não diminuo em nada os que não estão na minha pequena e humilde lista hahahah Joe Satriani, BB King, Slash, dentre muitos outros também são excelentes no que fazem e com certeza, numa lista maior, colocaria solos deles também. São lendas. Mas, escolhi apenas cinco solos pra não ficar cansativo demais. Quem sabe eu faça uma segunda listinha mais pra frente.
Até logo..!
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Intervalos...
Bom, vamos mais um pouco de teoria musical! Quero começar a fazer análises harmônicas de músicas que eu acho que valem a pena mas, antes, eu vou fazer uma bateria de posts de teoria básica pra ter embasamento nos próximos posts e pra que vocês que irão ler, entendam o que eu vou querer dizer. Além, também, de ter o intuito de ajudar quem estiver procurando sobre esses assuntos. Vai ser um pouco extenso, já vou avisando hahaha.
Hoje o papo vai ser sobre intervalos musicais. Vou falar sobre o básico aqui. Cabe a quem quiser, aprofundar mais sobre o assunto e tirar suas próprias conclusões. Estou à disposição para responder qualquer dúvida também :)
Começaremos tomando como base a boa e velha Escala Maior Natural de Dó maior (nisso entende-se dó, ré, mi, fá, sol, lá, si). Todas as escalas, todos os tipos, tem intervalos característicos entre as notas. É desses intervalos que eu estou falando! Se você se lembrar das teclas do piano, vai facilitar sua visualização.

Olhando a imagem, as teclas brancas são as notas naturais e as teclas pretas são as notas com acidente, ou seja, ou sustenido (#) ou bemol (b), essa diferença existe somente na teoria. Uma nota ou acorde sustenido é aumentado em meio tom e uma nota ou acorde bemol é diminuído meio tom. Na prática um dó# não se diferencia de um réb, por exemplo. Essas notas são chamadas de enarmônicas, pois tem o mesmo som. Mas teoricamente falando, vocês vão perceber que existe uma diferença clara e importantíssima entre essas notas.
Se você tocar todas as notas em sequência, incluindo as teclas pretas do teclado, você estará fazendo uma escala que chamamos de escala cromática. Que nada mais é do que uma escala com TODAS as notas (ou com o menor intervalo possível entre elas), ou seja, ao invés de 7 notas, a escala terá 12 notas (dó, dó#, ré, ré#, mi, fá, fá#, sol, sol#, lá, lá# e si ou ao invés dos #, usando seus respectivos b). Agora qual o motivo de essas notas terem nomes compostos (ex: dó sustenido ou ré bemol)? Dizem as más línguas que é por que os músicos queriam complicar as coisas para os "não-músicos", apenas. Não existe uma explicação concisa sobre isso. O fato é que as notas são essas, os nomes são esses e a gente tem que se acostumar. hahahaha
Os intervalos musicais são divididos em dois tipos de unidade de medição: tom (ou tom inteiro) e semitom. Sendo que "cabem" dois semitons em um intervalo de um tom.
Na escala cromática, como falei, se tem os menores intervalos possíveis entre as notas, ou seja, é uma escala totalmente formada por SEMITONS.
Oh my God!!! Porque entre o mi e o fá e entre o si e o dó não tem um mi# e um si#?? Ou um fáb e um dób?? Bom, no caso, nós estamos tratando de instrumentos não temperados (pianos, violões, guitarras) onde não há essa diferença. Em instrumentos temperados (violino, canto, etc) existe essa diferença. Assim como existe diferença entre um dó# e um réb. Os instrumentos não temperados utilizam-se das escalas cromáticas e não levam em consideração pequenas variações no som (tão sutis que é preciso muito treino para se conseguir diferenciá-las), o que acontece com os temperados. Prestando atenção novamente nas teclas do piano, não há teclas pretas entre as notas mi-fá e si-dó. Nesses dois casos, o intervalo é apenas de um SEMITOM. Nos demais, que existe a tecla de acidente no meio, o intervalo é de um tom. Agora, pra finalizar o raciocínio, o intervalo entre uma tecla branca e uma preta, também é de um SEMITOM. Sendo assim, se você contar de uma nota por uma nota, terá intervalos de um SEMITOM. Se contar de duas em duas notas, terá intervalos de um TOM. Isso acontece SEMPRE, independente de onde você comece a contar. Essa é a maior regra, na minha opinião.
Voltando e esquecendo os instrumentos temperados... vamos pegar a escala cromática de Dó maior como exemplo e colocar os intervalos correspondentes (usarei ST para informar os intervalos de SEMITOM):
dó - ST - dó# - ST - ré - ST - ré# - ST - mi - ST - fá - ST - fá# - ST - sol - ST - sol# - ST - lá - ST - lá# - ST -si - ST -dó
Sendo assim, se tem um intervalo de semitom a cada nota em sequência. As escalas maiores naturais tem uma configuração de intervalos específica. Essa configuração é: tom-tom-semitom-tom-tom-tom-semitom. Ou seja, na escala maior natural de DÓ (usarei T para intervalos de tom e ST para de semitom):
dó - T - ré - T - mi - ST - fá - T- sol - T - lá - T - si - ST - dó
Então, isso explica porque a escala maior natural de Dó não tem nenhum acidente (nenhum bemol e nenhum sustenido). É a mais simples e fácil de se compreender. Isso explica também a razão de a escala maior natural de Ré não ser simplesmente ré, mi, fá, sol, lá, si, dó e sim ré, mi, fá#, sol, lá, si, dó# e ré.
ré - T - mi - T - fá# - ST - sol - T - lá - T - si - T - dó# - ST - ré
Seguindo o mesmo raciocínio e pensando sempre em intervalos, teremos também as escalas com notas bemóis. Segue a escala de Sí bemol (Bb) como exemplo:
sib - T - dó - T - ré - ST - mib - T - fá - T - sol - T - lá - ST - sib
É importante diferenciar os sustenidos dos bemois, principalmente na hora de identificar as escalas e cifrar uma música. Mesmo sendo apenas questão de nomenclatura, no caso do violão, da guitarra, do piano. É simplesmente o FAZER CERTO. A escala de Si bemol é diferente da escala de Lá sustenido. Lembrem-se!
Vale a pena estudar os intervalos característicos de outros tipos de escalas também como, por exemplo: escala menor; menor melódica; menor harmônica; assim como escalas tradicionais de outros lugares como a japonesa, egípcia, etc.
Então é isso, a princípio hehehe. Espero não ter me alongado demais e ter conseguido passar o básico sobre esse assunto. Acho muito importante ter isso tudo em mente. É um pré-requisito essencial pra parte de harmonia, improvisação, teoria no geral, tudo!
É isso.
Até mais...
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Home Studio: o guia.
A internet é algo que revoluciona todos os meios de comunicação, realmente. hahahaha
Falo isso porque a gente encontra de tudo e, MUITAS das vezes, por acaso. Há muitas coisas boas ao redor do mundo e estão aí, como diz o clichê, "a um click de distância".
Hoje saiu um guia com várias informações muito boas no site da techtudo (www.techtudo.com.br) sobre como montar um Home Studio, quais os equipamentos fundamentais você precisa ter, além de dar dicas de programas, etc, para que você mantenha uma boa qualidade na produção, gravação, edição e masterização das suas músicas, com um custo acessível.
Eu ainda terei um Home Studio de respeito. É um sonho que almejo hahahahaha Mas por enquanto a gente se vira como pode. Tenho uma placa de som externa da M-Audio que é muito boa e quebra um galhão, tenho um notebook bom que roda todos os programas que preciso perfeitamente, tenho os programas que gosto de mexer e que tem boas funcionalidades (como o Nuendo4 pra gravação e edição de áudio com os Plugins da Waves que são considerados uns dos melhores para edição de áudio e também são muito didáticos e intuitivos) e tenho uma vontade incontrolável de aprender a usar e dominar esses aplicativos de edição de áudio e vídeo e poder fazer um som de qualidade razoavelmente boa para mim e para quem for escutar o que eu gravar.
Bom, fiquem com o post deles na íntegra, que eu acho que é muito melhor do que ficar falando... falando... e falando aqui. hahaha
E detalhe: vejam o vídeo final do post. Recomendo demais!!!