sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Black Sabbath - 11-11-11 !!!
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Quer aprender a tocar algum instrumento? Dicas..!
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Boa música brasileira...
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Nova gravação!
Olá pessoal! Tudo bem?
Estou um pouco sumido daqui... meio sem tempo, sem inspiração pra escrever, talvez. Mas bom, cá estou novamente.
Resolvi compartilhar com vocês uma música nova que fiz essa última semana. Quem acompanha no facebook e twitter já deve ter ouvido hahaha Mas tô aqui pra falar um pouco do processo de criação e gravação da música, que foi um pouco diferente do que normalmente é comigo.
Fiz essa baladinha no tom de Em(Mi Menor) e o solo é praticamente todo baseado nessa mesma escala. Bom, foi a minha primeira criação "voluntária" hahahaha. As outras todas vieram do "além", ou seja, estava tocando e simplesmente as melodias surgiram e viraram músicas com um ajuste ou outro. Minhas músicas tem sempre um ar melancólico (talvez pelas minhas influências musicais mais fortes) mas, nessa última música eu queria fazer algo mais agitadinho, mais baladinha mesmo, algo que fosse mais feliz, "pra cima". O ritmo, as notas e intenções saíram daí. Segundo: anteriormente as minhas músicas (mais especificadamente os meus solos de violão e guitarra que compunham a linha musical inteira) eram feitos por meio de improvisos: eu criava uma base e em cima dela ia gravando vários solos improvisados. Dentro destes, pegava as frases que ficavam melhores e juntava em um único solo. Agora foi diferente... compus o solo de guitarra como se fosse uma letra de uma música cantada. Fiz frase por frase, combinação por combinação, uma por uma. O que, na minha opinião, proporcionou um solo mais definido, com maior confiança e com maior pegada, o que é uma coisa que eu me "auto-cobro" muito. E, por fim, fiz eu mesmo uma linha de bateria, baixo e piano, compondo toda a base. Antes me limitava à base com violões, uma coisa mais acústica.
Pra mim foi uma experiência diferente e que me rendeu muito aprendizado. Acho que é ótimo ver que se tem opções diferentes do que se está acostumado se tratando de criação e, dessa vez, eu realmente me senti um compositor. hahahahaha Dizem que compor por encomenda é uma das melhores coisas que se tem. Acho que eu mesmo fiz uma auto-encomenda e gostei muito do resultado. Não quero dizer que há um jeito certo ou melhor de se fazer uma música, pelo contrário, cada um que encontre o seu jeito "ótimo" (lembrei das aulas de física hahaha) de criação.
Pra finalizar, como sempre, gravei com meu violão Yamaha apx500, guitarra Crafter Convoy FM ligada à pedaleira V-amp2, piano no pianist (isso mesmo, aplicativo do Ipod hahahahahah), bateria feita no computador com o Addictive Drums e um baixo simples feito com o violão mesmo (quem não tem cão...) e usado plugins para equalização. Gravei tudo ligado em linha na placa de som M-Audio com o Nuendo4.
Então é isso! Espero que gostem do resultado final tanto quanto eu! Segue abaixo:
Ps: tive que abaixar um pouco o volume da versão inicial pra conseguir postar no SoundCloud. Se quiserem ouvir mais alto, também está upada no AcidPlanet. O link está aí à direita, na seção "Minhas Músicas".
Até logo...
domingo, 18 de setembro de 2011
Os 5 melhores solos de guitarra (minha opinião pessoal)
Revistas, sites, jornais... diversos veículos de comunicação sempre fazem suas listas e elegem os melhores solos de guitarra de todos os tempos de acordo com suas perspectivas, visões, gostos, etc. Hoje resolvi fazer a minha própria lista hahahaha Vou colocar aqui alguns dos solos mais incríveis que já ouvi, reouvi e ouvi novamente por achar simplesmente geniais!
Esses solos revelam bastante do meu estilo musical também. Vocês poderão perceber que não haverá nenhuma "fritação" ou coisa muito pesada. Não que sejam ruins. Apenas pelo motivo de não me agradarem. É uma lista pessoal, com a minha visão, a minha percepção e a minha opinião. Isso também não significa que ela seja a certa ou que seja a verdade absoluta. Repetindo, é só a minha opinião.
Hey ho, let's go!
Para começar, vamos de Pink Floyd - Comfortably Numb. PULSE 1994. Esse último solo do David Gilmour é simplesmente de arrepiar. O show inteiro é de arrepiar, mas nesse solo ele se superou, na minha opinião. Ele também foi escolhido o melhor solo de todos os tempos em 2007, pela revista britânica "Q".
Eric Clapton - I shot the sheriff no festival Crossroads em 2004. Esse não consegui achar só o solo. Se quiserem passar pros 5min do vídeo, é onde começa o solo. Mas vale a pena conferir a música inteira. Esse é um solo dos mais empolgantes que já ouvi. Mistura de um feeling inacreditável com técnica, swing. Bom demais!!!
Stevie Ray Vaughn - Little Wing. Esse não precisaria nem comentar! Timbrão "metálico" bem característico, pegada, vibratos de matar. Além de a música original já ser f***! O cara conseguiu fazer uma versão mais fenomenal ainda! Sou fã do Stevie Ray Vaughn e do Blues Texano que ele mandava. Uma pena que foi "embora" cedo, infelizmente.
Brett Garsed - Got the Horn. O que esse cara faz com o slide?!?!?! Alguém me explica, por favor? hahahaha Esse vídeo me fez comprar um slide só pra ver se um dia eu chego a 10% do que esse cara toca. Sem palavras!
David Gilmour - Marooned. E bom, eu não seria eu se não colocasse mais um do David Gilmour aqui hahahahahaha Eu já tocava violão há muito tempo mas, foi depois de ouvir David Gilmour que eu pensei a primeira vez: "Quero tocar guitarra! E quero tocar igual esse cara!" hahahaha E essa música é viajante. Curto demais, demais mesmo!
Enfim, é isso pessoal. Não foi tão fácil quanto pareceu escolher 5 solos como os melhores pra mim. Pensei em colocar "n" outros no lugar desses, o que não seria nenhuma injustiça. Mas são esses que realmente me fazem querer treinar mais guitarra, querer tocar pra chegar num nível que eu possa fazer algo ao menos parecido. São esses que mais me influenciaram na minha trajetória de guitarrista (amador). Não diminuo em nada os que não estão na minha pequena e humilde lista hahahah Joe Satriani, BB King, Slash, dentre muitos outros também são excelentes no que fazem e com certeza, numa lista maior, colocaria solos deles também. São lendas. Mas, escolhi apenas cinco solos pra não ficar cansativo demais. Quem sabe eu faça uma segunda listinha mais pra frente.
Até logo..!
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Intervalos...
Bom, vamos mais um pouco de teoria musical! Quero começar a fazer análises harmônicas de músicas que eu acho que valem a pena mas, antes, eu vou fazer uma bateria de posts de teoria básica pra ter embasamento nos próximos posts e pra que vocês que irão ler, entendam o que eu vou querer dizer. Além, também, de ter o intuito de ajudar quem estiver procurando sobre esses assuntos. Vai ser um pouco extenso, já vou avisando hahaha.
Hoje o papo vai ser sobre intervalos musicais. Vou falar sobre o básico aqui. Cabe a quem quiser, aprofundar mais sobre o assunto e tirar suas próprias conclusões. Estou à disposição para responder qualquer dúvida também :)
Começaremos tomando como base a boa e velha Escala Maior Natural de Dó maior (nisso entende-se dó, ré, mi, fá, sol, lá, si). Todas as escalas, todos os tipos, tem intervalos característicos entre as notas. É desses intervalos que eu estou falando! Se você se lembrar das teclas do piano, vai facilitar sua visualização.

Olhando a imagem, as teclas brancas são as notas naturais e as teclas pretas são as notas com acidente, ou seja, ou sustenido (#) ou bemol (b), essa diferença existe somente na teoria. Uma nota ou acorde sustenido é aumentado em meio tom e uma nota ou acorde bemol é diminuído meio tom. Na prática um dó# não se diferencia de um réb, por exemplo. Essas notas são chamadas de enarmônicas, pois tem o mesmo som. Mas teoricamente falando, vocês vão perceber que existe uma diferença clara e importantíssima entre essas notas.
Se você tocar todas as notas em sequência, incluindo as teclas pretas do teclado, você estará fazendo uma escala que chamamos de escala cromática. Que nada mais é do que uma escala com TODAS as notas (ou com o menor intervalo possível entre elas), ou seja, ao invés de 7 notas, a escala terá 12 notas (dó, dó#, ré, ré#, mi, fá, fá#, sol, sol#, lá, lá# e si ou ao invés dos #, usando seus respectivos b). Agora qual o motivo de essas notas terem nomes compostos (ex: dó sustenido ou ré bemol)? Dizem as más línguas que é por que os músicos queriam complicar as coisas para os "não-músicos", apenas. Não existe uma explicação concisa sobre isso. O fato é que as notas são essas, os nomes são esses e a gente tem que se acostumar. hahahaha
Os intervalos musicais são divididos em dois tipos de unidade de medição: tom (ou tom inteiro) e semitom. Sendo que "cabem" dois semitons em um intervalo de um tom.
Na escala cromática, como falei, se tem os menores intervalos possíveis entre as notas, ou seja, é uma escala totalmente formada por SEMITONS.
Oh my God!!! Porque entre o mi e o fá e entre o si e o dó não tem um mi# e um si#?? Ou um fáb e um dób?? Bom, no caso, nós estamos tratando de instrumentos não temperados (pianos, violões, guitarras) onde não há essa diferença. Em instrumentos temperados (violino, canto, etc) existe essa diferença. Assim como existe diferença entre um dó# e um réb. Os instrumentos não temperados utilizam-se das escalas cromáticas e não levam em consideração pequenas variações no som (tão sutis que é preciso muito treino para se conseguir diferenciá-las), o que acontece com os temperados. Prestando atenção novamente nas teclas do piano, não há teclas pretas entre as notas mi-fá e si-dó. Nesses dois casos, o intervalo é apenas de um SEMITOM. Nos demais, que existe a tecla de acidente no meio, o intervalo é de um tom. Agora, pra finalizar o raciocínio, o intervalo entre uma tecla branca e uma preta, também é de um SEMITOM. Sendo assim, se você contar de uma nota por uma nota, terá intervalos de um SEMITOM. Se contar de duas em duas notas, terá intervalos de um TOM. Isso acontece SEMPRE, independente de onde você comece a contar. Essa é a maior regra, na minha opinião.
Voltando e esquecendo os instrumentos temperados... vamos pegar a escala cromática de Dó maior como exemplo e colocar os intervalos correspondentes (usarei ST para informar os intervalos de SEMITOM):
dó - ST - dó# - ST - ré - ST - ré# - ST - mi - ST - fá - ST - fá# - ST - sol - ST - sol# - ST - lá - ST - lá# - ST -si - ST -dó
Sendo assim, se tem um intervalo de semitom a cada nota em sequência. As escalas maiores naturais tem uma configuração de intervalos específica. Essa configuração é: tom-tom-semitom-tom-tom-tom-semitom. Ou seja, na escala maior natural de DÓ (usarei T para intervalos de tom e ST para de semitom):
dó - T - ré - T - mi - ST - fá - T- sol - T - lá - T - si - ST - dó
Então, isso explica porque a escala maior natural de Dó não tem nenhum acidente (nenhum bemol e nenhum sustenido). É a mais simples e fácil de se compreender. Isso explica também a razão de a escala maior natural de Ré não ser simplesmente ré, mi, fá, sol, lá, si, dó e sim ré, mi, fá#, sol, lá, si, dó# e ré.
ré - T - mi - T - fá# - ST - sol - T - lá - T - si - T - dó# - ST - ré
Seguindo o mesmo raciocínio e pensando sempre em intervalos, teremos também as escalas com notas bemóis. Segue a escala de Sí bemol (Bb) como exemplo:
sib - T - dó - T - ré - ST - mib - T - fá - T - sol - T - lá - ST - sib
É importante diferenciar os sustenidos dos bemois, principalmente na hora de identificar as escalas e cifrar uma música. Mesmo sendo apenas questão de nomenclatura, no caso do violão, da guitarra, do piano. É simplesmente o FAZER CERTO. A escala de Si bemol é diferente da escala de Lá sustenido. Lembrem-se!
Vale a pena estudar os intervalos característicos de outros tipos de escalas também como, por exemplo: escala menor; menor melódica; menor harmônica; assim como escalas tradicionais de outros lugares como a japonesa, egípcia, etc.
Então é isso, a princípio hehehe. Espero não ter me alongado demais e ter conseguido passar o básico sobre esse assunto. Acho muito importante ter isso tudo em mente. É um pré-requisito essencial pra parte de harmonia, improvisação, teoria no geral, tudo!
É isso.
Até mais...
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Home Studio: o guia.
A internet é algo que revoluciona todos os meios de comunicação, realmente. hahahaha
Falo isso porque a gente encontra de tudo e, MUITAS das vezes, por acaso. Há muitas coisas boas ao redor do mundo e estão aí, como diz o clichê, "a um click de distância".
Hoje saiu um guia com várias informações muito boas no site da techtudo (www.techtudo.com.br) sobre como montar um Home Studio, quais os equipamentos fundamentais você precisa ter, além de dar dicas de programas, etc, para que você mantenha uma boa qualidade na produção, gravação, edição e masterização das suas músicas, com um custo acessível.
Eu ainda terei um Home Studio de respeito. É um sonho que almejo hahahahaha Mas por enquanto a gente se vira como pode. Tenho uma placa de som externa da M-Audio que é muito boa e quebra um galhão, tenho um notebook bom que roda todos os programas que preciso perfeitamente, tenho os programas que gosto de mexer e que tem boas funcionalidades (como o Nuendo4 pra gravação e edição de áudio com os Plugins da Waves que são considerados uns dos melhores para edição de áudio e também são muito didáticos e intuitivos) e tenho uma vontade incontrolável de aprender a usar e dominar esses aplicativos de edição de áudio e vídeo e poder fazer um som de qualidade razoavelmente boa para mim e para quem for escutar o que eu gravar.
Bom, fiquem com o post deles na íntegra, que eu acho que é muito melhor do que ficar falando... falando... e falando aqui. hahaha
E detalhe: vejam o vídeo final do post. Recomendo demais!!!
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
VÍDEO - Pink Floyd - Wish You Were Here [Renan Timbó]
Olá pessoal,
Mais um vídeo. Dessa vez um Pink Floyd que, pra mim, é uma das melhores bandas de todos os tempos. Eu curto demais e até hoje acompanho a carreira do Roger Waters (ex-baixista da banda) e do David Gilmour (ex-guitarrista do Pink Floyd). Gosto mais do David Gilmour, inclusive das músicas novas dele. Vale a pena ouvir e assistir o On an Island (2006) e o Live in Gdansk (2008), dois últimos álbuns solo dele (que saíram em DVD), onde ele também toca músicas do Pink Floyd.
Não há quem não reconheça essas cinco primeiras notas de Wish You Were Here. É aquele riff que MARCA e ainda gruda na cabeça hahaha. Eu conhecia essa música antes mesmo de conhecer a banda propriamente dita. Conheci a banda depois de assistir ao show "David Gilmour In Concert" que é quase um acústico com músicas famosas da época do Pink Floyd e poucas músicas solo (como Smile). À partir disso descobri o Pulse (1994), que foi gravado em uma turnê do disco The Division Bell e é um dos shows mais geniais que já assisti (Roger Waters já não fazia mais parte da banda nessa época). Era aquele show que se eu pudesse escolher UM pra ir, eu escolheria ir assistir ao Pulse. Iluminação perfeita indo exatamente de acordo com a música, som e banda impecáveis, arranjos, telão, vídeos durante as músicas, cheio de efeitos que prendem MUITO a atenção, além do eleito melhor solo de todos os tempos: o solo final de Confortably Numb (o próximo post será sobre os melhores solos, na minha opinião).
Enfim, pra variar, usei muita pentatônica nos solos, que é o que marca a maioria dos solos do David Gilmour. Foi um vídeo que gravei com muito prazer e que fiz com muita felicidade e afinco. Gostei bastante do resultado final. Agora vou dar uma parada de umas 3 semanas com os vídeos, enquanto estou de férias do trabalho (mas continuarei postando no blog). Depois volto com mais uma novidade. Enquanto isso vou pensando na próxima música. Talvez eu grave uma de autoria minha mesmo. Mas aceito sugestões. :)
Sendo assim, capturei os vídeos todos com o Ipod Touch 4G, os áudios fiz com o violão e a guitarra ligados à minha placa de som externa M-Audio e gravei com o Nuendo 4 onde também editei o som e, por fim, editei todo o vídeo com o Sony Vegas Pro 10.0.
Então, fiquem com o vídeo. Espero que gostem.
Enjoy it.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Vídeo - Tears in heaven
Bom dia.
Mais um vídeo aí pra vocês curtirem. Dessa vez comigo tocando de novo. Eu, Daniel e Pedro gravamos Tears in Heaven do Eric Clapton. Uma versão instrumental com guitarras, violão e batera. Tentamos fazer algo diferente, com dobras de guitarra (duas guitarras juntas tocando ao mesmo tempo) e improvisação pra não ficar na "mesmisse". A edição e masterização do áudio e do vídeo foi feita pelo Daniel no estúdio dele (se inscrevam no canal do estúdio, que é onde o vídeo está no youtube).
Bom, basicamente a música é tocada no Campo Harmônico de Lá maior com uma variação pro Campo de Dó maior em um momento da música. A música foi composta por Eric Clapton e Will Jennings (um compositor americano que tem várias músicas em parceria com artistas como Celine Dion, Whitney Houston, além de ter feito várias canções para filmes, etc) , para o filho do Eric Clapton que morreu aos quatro anos de idade quando caiu do 53º andar de um prédio em New York.
Então.. aproveitem!
Até logo!
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Pat Metheny
Vídeozinhos interessantes pra vocês darem uma olhada.
Curtam o feeling, sintam a emoção da música hahaha. Além do violão cheio de cordas e firulas hahaha se é que isso pode ser chamado de violão, ou existe um nome a parte pra esse instrumento.
E olhem a engenhosidade da coisa! Uma banda automática hahaha Ele só precisa tocar guitarra. Quero um cômodo desses na minha casa. Além do meu Home Studio, claro.
Até!
Renan
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Vídeo - Drifting - Andy Mckee por Renan Timbó
Sabe aquela música sensacionaaaaal? Que quando você ouve a primeira vez você falta babar? E você não consegue parar de ouvir durante um tempão? hahahahah Uma dessas músicas pra mim foi Drifting, do Andy Mckee.
O primeiro vídeo que vi dessa música foi com o título "Música incrível no violão!". E realmente ela é incrível! Uma mistura de técnica monstruosa, um som lindo e uma harmonia perfeita, além da "percussão" feita no próprio violão.
Bom, certo dia encuquei que iria tirar essa música. Um mês em cima dela até conseguir tocar com perfeição, do começo ao fim. Ouvindo, vendo o vídeo do Andy Mckee tocando e reproduzindo parte por parte. Quando tirei, tive dificuldade com tocar e bater ao mesmo tempo. Haja sincronia e concentração. Tanto que eu não conseguia começar a música pelo meio. Eu tinha ela na minha cabeça como "blocos". Se eu perdesse um, tinha que voltar pro início hahaha Hoje, com mais tranquilidade eu já consigo raciocinar mais e pensar melhor durante a execução da música.
Mas bom, o objetivo desse post, além de mostrar o trabalho do GRANDE violonista que é o Andy Mckee, é mostrar e divulgar um vídeo que fiz em parceria com um amigo meu, Daniel Holanda. Ele quem editou vídeo e áudio, gravou e arrumou tudo. Interessante que a gente demorou, sei lá, 1 hora e meia pra gravar o vídeo e ficamos sei lá quantas horas mexendo com edição. É uma parte que a gente gosta muito e até achamos mais legal que gravar hahaha Além do que, ele tem bons equipamentos no Estudiozinho dele, o que facilita e mantém a boa qualidade do trabalho (inclusive ele criou o canal do estúdio no youtube - Phone Studio, que foi onde colocamos o meu vídeo. Se inscrevam que virão coisas bem interessantes! - www.youtube.com/phonestudiodf ).
Então, fiquem com o meu vídeo e mais uns outros do Andy Mckee. Aproveitem e dêem um curtir pra ajudar na divulgação hahaha!
Valeu pessoa, até mais!!
Renan
quarta-feira, 27 de julho de 2011
A influência da música no cérebro
A música é algo universal. Não existe uma pessoa que não goste de música no mundo inteiro. Há gostos diferentes, de estilos diferentes mas, com toda a certeza, todo mundo gosta de algum tipo!
Agora, por qual motivo isso acontece? Porque sentimos uma sensação tão boa quando ouvimos uma música que a gente gosta, que a gente se identifica? Bom, há uma explicação científica pra isso. De acordo com uma matéria da Ciência Hoje (link no final do post), o nosso cérebro é inundado de dopamina quando ouvimos uma música que gostamos. A dopamina é um neurotransmissor relacionado à sensações de prazer. Sendo assim, além de poder curtir um bom som, isso estimula suas sensações prazerosas te deixando mais feliz, alegre e disposto. Eu sou suspeito pra falar, mas certa vez ouvi uma frase que dizia que a "música é o remédio da alma", o que concordo plenamente.

Além disso tudo, existe o fator "desenvolvimento cerebral". O lado direito do nosso cérebro é o lado que controla a razão e, no caso da música, é estimulado com o estudo de técnica, teoria (depois que você estuda e entende certos assuntos da teoria musical, você percebe que ela é matemática e lógica PURA). Já o lado esquerdo, é o lado que controla a emoção e é estimulado, por exemplo, quando você ouve ou toca uma música. Assim, a gente chega a conclusão de que aprender a tocar um instrumento e ouvir qualquer tipo de música é fundamental pro desenvolvimento de qualquer pessoa. Ela desenvolve e estimula o cérebro por inteiro e, como diria Albert Einstein: A mente que se abre a uma nova idéia jamais volta ao seu tamanho original.
Sendo assim, vamos estudar, ouvir, fazer, criar, e aproveitar desse dom divino que é a música!
Fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2011/02/prazer-da-musica-no-cerebro
Até logo,
Renan
quinta-feira, 21 de julho de 2011
O poder da escala Pentatônica
Vamos começar com um pouquinho de teoria musical?
Bom, vou começar com um tema muito interessante, que se conhecendo e treinando pra que se aplique bem na prática pode gerar efeitos muito bons, além de abrir portas pra novas opções: as famosas escalas pentatônicas!
Ok, vamos do início. Escalas musicais são sequências de notas ordenadas por uma frequência sonora. Normalmente da mais baixa pra mais alta, ou seja, das mais graves para as mais agudas.
Existem vários tipos de escalas musicais diferentes com nomes diversos. Para simplificar, a principal Escala musical é a escala maior natural. Isso, é aquela sequência de notas que todo mundo sabe. Dó, ré, mi, fá, sol, lá, si. Essa é a Escala maior natural de Dó. Não vou entrar em detalhes como: intervalos, formação de escalas, campos harmônicos, etc. Porque esse post vai ser dedicado ao "instinto" humano, ao que o nosso cérebro é capaz de fazer com a música sem mesmo que a gente perceba e, além disso, pretendo em outros posts ir explicando cada um desses temas de teoria musical.
Continuando... a Escala maior natural tem sete notas musicais, como vocês viram anteriormente. A escala PENTAtônica, tem apenas cinco notas, como o nome diz. Em linhas gerais, se tira a 4ª e a 7ª nota da Escala maior natural para se formar a Escala Pentatônica. Sendo assim, a Escala Pentatônica de Dó maior é: Dó, ré, mi, sol, la. Apenas isso. Simples assim.
Mas calma! Isso não significa que as 4ªs e 7ªs notas das escalas naturais sejam sempre desprezíveis. Não! Elas apenas não cabem em TODOS os acordes de uma música e são retiradas para a formação da "penta". Elas devem ser tocadas com mais cuidado, apenas. Mas são de extrema importância, como todas as outras notas para formação de acordes, escalas, etc.
Agora vamos ao poder da escala Pentatônica. Por qual motivo ela é tão importante, tão utilizada e tão comentada? Pelo simples fato de serem excluídas as notas que podem dar alguma dissonância(aquele som "fora" da música) quando você está improvisando, por exemplo. O meu irmão me disse certo dia que os professores de flauta bloqueavam as 4ªs e 7ªs notas das flautas, para que os alunos não corressem o risco de tocá-las e isso causar alguma dissonância na música. Ela é uma escala muito intuitiva e é aí que entra o ponto importante do post: Bob Mcferrin. Um músico, estudioso da música, cantor... fez uma apresentação para um evento chamado World Science Festival, em 2009. Nela ele demonstra como a escala pentatônica é intuitiva e como o nosso cérebro reconhece uma Escala, uma sequência de sons. Eu achei simplesmente fantástico! Dêem uma olhada no video:
Vocês possivelmente vão encontrar esse tipo de escala sendo usada em muitas músicas famosas, mas MUITAS MESMO! Guitarristas renomados e conhecidos usam e abusam das pentatônicas nos solos e improvisações, porque é uma escala que não tem erro. David Gilmour, o guitarrista do Pink Floyd é conhecido como o rei das Pentatônicas. Ele consegue tirar solos incríveis usando apenas essa Escala.
Aqui vocês podem prestar atenção em todos os solos (e na música que é MUITO BOA também). Nos três solos é usada apenas a Escala pentatônica. Nisso dá para você perceber o quanto é incrível e o quanto vale a pena dar uma estudada e aprender sobre isso. Solos lindos, feitos apenas com uma combinação de cinco notas.
A música realmente é algo encantador hahahaha
Renan
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Músicas próprias e gravações
Como já havia dito no primeiro post do blog, todos os aspectos da música me fascinam! E a gravação é algo que me instiga, me desafia e que tem um sentimento muito grande de “dever cumprido” quando se tem um resultado final satisfatório.
Pois bem, hoje eu queria mostrar um pouco do meu estilo, algumas músicas que eu criei e gravei. Espero conseguir gravar mais e mais sempre, para que sempre consiga mostrar a evolução como músico e a evolução nas mixagens e masterizações (que estou estudando bastante nos últimos tempos e pretendo fazer um post específico pra isso quando achar que tenho o conhecimento necessário). Além de, claro, receber dicas, sugestões e críticas. São todas sempre bem-vindas! Afinal, é assim que a gente cresce e aprende mais. Tenho consciência absoluta de que a música é um universo infinito e que sempre se tem a aprender e melhorar!
Para título de conhecimento, em todas estas gravações que estarão neste post, usei um programa bem simples de gravação multi-pista, onde você grava separadamente cada instrumento podendo ouvir os demais ao mesmo tempo que grava. Este programa se chama Cool Edit Pro. Atualmente faço as minhas gravações com o Nuendo 4, que é bem mais elaborado e com mais opções diferentes. Liguei o violão ou guitarra, dependendo da música, direto em uma placa de som externa que eu tenho, uma M-Audio Fast Track.
Bom, no mais... ouçam algumas das minhas gravações!
The first. A primeira gravação.
Snoopy Blues. Um Blues rápido!
Michael Jackson - Heal The World (cover na guitarra)
Se quiserem ouvir mais, ali no lado direito do blog há um link para o meu perfil no AcidPlanet, onde armazeno as minhas gravações.
Até logo,
Renan
terça-feira, 19 de julho de 2011
As magias de um Pedal de Loop!
Olá pessoaaaaaaaaaal!
Tudo xuxu beleza?
Bom, dias atrás estava na casa de um amigo meu tocando violão, atoa mesmo... improvisando, inventando e trocando uma ideia, apenas. Ele tem um set de pedais legal (toca guitarra) e foi me mostrar aquelas belezuras hahahaha. Um que me chamou muita atenção foi o pedal de Loop que ele tem.
A gente separou esse e ligou no violão só pra que eu visse como funcionava, quais eram as funções e etc. E eu simplesmente digo uma coisa: vale o preço que tem (que é salgadinho hahaha cerca de R$ 600,00)! Mas muito bom, muito divertido, muito empolgante! No começo é meio complicado pegar o time do loop, mas depois é maravilha.

Vamos lá. O que necessariamente um pedal de Loop faz? Como funciona?
Bom, na prática é simples: você conecta o violão, guitarra, microfone, o que quiser nele... e o conecta a uma saída de som qualquer (fones de ouvido, caixas de som, etc). Ao apertar o pedal a primeira vez, ele fica em “estado de alerta” só esperando você tocar. À partir daí, qualquer som que é emitido o ativa e ele começa a gravar aquele som. Pode ser gravado vários minutos de uma vez só, ou seja, você pode gravar uma música inteira no pedal de loop. Depois de tocar o que você quiser, ao acionar novamente o pedal ele automaticamente começa a repetir o que havia captado anteriormente, daí vem o nome LOOP, que em inglês significa “laços” ou “dar laços”. É só lembrar dos Loops das montanhas russas! Sendo assim, depois do segundo toque no pedal, ele sempre vai repetir aquilo que você tocou primeiro quantas vezes você deixar ele repetir.
É aí que entra a parte legal da coisa... se você apertar novamente o pedal ele entra em “estado de alerta” novamente, esperando você tocar algo, isso sem parar de tocar o que já estava em loop. Quando você toca, ou canta, ou emite o som que quiser hahahahaha ele começa, então, de novo, a gravar o que você está tocando, cantando... e o melhor, ele grava em “outra trilha”. Ou seja, ele continua tocando a primeira gravação... e grava o que você fizer depois. Nisso você já tem uma gama de possibilidades ENORMES. O leque se abre e é só deixar a imaginação correr solta: fazer dois violões, depois ainda gravar o baixo e backing vocals...enfim, pode fazer o que sua criatividade permitir. Não imagino quantas vezes você pode fazer isso e inserir novos sons no pedal, mas tenho certeza que são MUITOS. Quantos você estiver disposto hahahaha
Além disso ele vem com alguns loops de bateria gravados automaticamente que podem fazer com que a brincadeira fique mais divertida e completa ainda e também há a possibilidade de salvar os seus sons mesmo desligando o pedal.
Bom, esse que falei é um pedal simples. Existem pedais e pedaleiras muito bem elaboradas que são usadas por profissionais que se especializaram nesse tipo de música. São uma “banda com um só” fazendo beatbox e tudo mais.
Pra finalizar... fiquem com um vídeo do Bernhoft como exemplo. Tocando a música Cmon Talk. Eu, particularmente achei MUITO boa a música.
Abraços e até breve!!!
quinta-feira, 14 de julho de 2011
One song, one day.
Ae pessoal, tudo tranquilo?
Hoje tô aqui pra falar de um dos caras que admiro bastante como músico e curto praticamente todas as músicas dele: John Mayer.
Há um tempo atrás vi um video dele que me impressionou bastante, além de trazer uma inspiração danada como músico. Ele gravou um dia de trabalho no estúdio, em 25 de Maio de 2005. O video começa com ele chegando no estúdio, às 13:53 e acaba com ele indo embora às 1:37 da madrugada do dia seguinte. O video tem quase 19 minutos, mas vale MUITO a pena assistir. Não tem encontrei nenhuma boa alma que fizesse legenda para o video. Ele é em ingles. Mas dá pra entender algumas partes.
Ele leva váááários pedais que ele tem em casa pro estúdio e lá ele fica testando os diferentes sons que cada um deles tem e testando, também, diferentes combinações até que em um momento, ele consegue tirar um som na guitarra muito parecido com um daqueles Órgãos que são tocados por freiras nas igrejas, em filmes antigos hahaha. Tanto que na versão ao vivo, é um órgão que faz o som que ele tira na guitarra, nesse momento. É aí que começa a nascer "In Repair". Chega no estúdio Charlie Hunter, que toca uma espécie de guitarra e baixo juntos em um instrumento só e em seguida o baterista Steve Jordan. Eles tocam algumas melodias com a ideia principal, John Mayer ensaia algumas frases da letra juntamente com a harmonia e logo a coisa vai criando corpo e se tornando uma música de verdade. John Mayer se isola e rapidamente termina de escrever toda a letra de "In Repair". Incrível! Quando ele termina ele beija o papel e "comemora". Eles pegam os instrumentos e começam a gravar pra valer.
Instrumentos gravados, tudo feito. Hora de gravar a voz separadamente. John Mayer canta e grava já com a melodia um pouco diferente do que se via ele cantando até então. Essa era a melodia que iria para a gravação em si, a que escutamos até hoje. Depois disso, chegou o momento de "ocupar os espaços vazios". E... lá vai John Mayer, de madrugada, com sua guitarra, gravar os solos. Simplesmente incríveeeeeeeel! Ele faz os solos, que são exatamente os que foram pra gravação da música e você pode acompanhar isso! Muito feeling, muita técnica. Tudo feito em um único dia.
Pra finalizar, curto muito as músicas desse cara. As mais "pops" e as mais "jazz" ou "blues" (que ele toca com o trio). Vale a pena comprar o DVD Where's the light is e assistir na íntegra.
A música é tocada toda no tom de Lá maior.
Pretendo fazer uma análise harmônica dessa música e explicar algumas coisas básicas sobre teoria que se encaixam nela, mas isso em um outro post. Esse fica exclusivo pra parte de criação e desenvolvimento de música e gravação. Muito interessante ver o video!
Falou galera.
Até logo,
Renan
sábado, 25 de junho de 2011
Início de tudo...
Olá pessoal!
Bom, esse primeiro post será basicamente pra explicar a proposta do Blog, o tema, o por que de eu ter escolhido este tema e falar um pouco sobre mim.
Vamos lá. Meu nome é Renan Timbó, tenho 23 anos, casado, bancário, formado em Administração e músico desde sempre. Não lembro como aprendi a tocar nem quando isso aconteceu. Eu sei que era muito novo.
Meu interesse por música vem de muito cedo. Eu me lembro quando era BEM criança, deveria ter, no máximo, uns 5 anos de idade, pedia pra minha mãe colocar o LP do Cazuza na radiola (hahahaha), montava um monte de caixas de papelão em volta e ficava "tocando bateria" nas caixas hahahha. Algum tempo depois o meu irmão mais velho começou a fazer aulas de teclado e, eu como caçula de três irmãos, achava o máximo aquilo. Pedia pra ele me ensinar, mas ele, como um bom irmão mais velho, não ensinava nada hahahhaa Então eu ficava atrás vendo ele tocar e, quando ele saia, sentava lá e tentava tocar igual, até que depois de um tempo entrei na aula e comecei a minha jornada aprendendo corretamente a tocar e me interessando cada vez mais. Nesse meio tempo, já tocava violão por influência do meu pai. Não lembro como aprendi, mas lembro que na minha primeira aula eu já sabia tocar razoavelmente bem, o que impressionou o professor (que é amigo meu e do meu pai até hoje). Com cerca de 7 anos de idade eu já tocava teclado, violão e cavaquinho (chorinho, pagode não me desce hehehe). E por aí continuei estudando, aprendendo. Parei com o teclado e continuei com as cordas, me dedicando também à guitarra, universo o qual me interessei depois de assistir o lendário David Gilmour fazendo seus solos simples, porém incríveis e lindos de se ouvir. Hoje mantenho com o violão e a guitarra, me dedicando a aprender (sozinho) cada vez mais.
Já fazia um bom tempo que tinha a vontade de iniciar um Blog e falar de coisas que eu realmente gosto, que eu tenho prazer em fazer e "degustar" cada pedacinho. Tudo isso, pra mim, se traduz em "música". Amo música em todos os sentidos: ouvindo, criando, assistindo, estudando e vendo o quanto esse mundo é incrivelmente interessante.
Sendo assim, decidi (com uma forcinha da esposa) criar este local onde eu vou poder comentar sobre músicas que eu gosto, colocar minhas criações e ideias, além de colocar uma pitadinha de teoria musical em cada post que for possível, com o objetivo de compartilhar um pouco de tudo o que eu já aprendi até hoje.
O nome "notas harmônicas" surgiu exatamente por conta da proposta que tenho. Escolhi estas palavras por serem bem didáticas (todo mundo entende do que se trata, de um jeito ou de outro), e por se tratar, também, de um "trocadilho" de palavras com relação à harmonia musical bem como com relação às notas que poderei escrever durante a existência deste Blog.
Finalmente, espero que gostem e que leiam sempre o que tenho a escrever pra vocês. Com certeza será feito com muito carinho e paixão pelo tema que escolhi tratar aqui.
Obrigado e até logo!
Renan.
